Como fazer uma pesquisa de mercado
Postado por Marketing Quality em 01/out/2013 - Sem Comentários
Se você está pensando em montar um negócios próprio, saber como fazer uma pesquisa de mercado é essencial. Uma pesquisa de mercado bem feita pode dar a qualquer empresa, um retrato fiel de que tipos de novos produtos ou serviços podem lhe trazer lucro. Para produtos e serviços que já estão sendo comercializados, uma pesquisa de mercado pode dizer claramente se as empresas estão no caminho certo, indo de encontro às necessidades e expectativas dos seus clientes. Ao pesquisar as respostas para questões específicas, proprietários de pequenas empresas podem descobrir com precisão se eles precisam mudar o design da sua embalagem ou ajustar os seus métodos de entrega, e até mesmo se eles devem considerar a oferta de serviços adicionais.
“Deixar de fazer pesquisa de mercado antes de iniciar um empreendimento comercial ou durante o seu funcionamento é como dirigir um carro do Texas a Nova York sem um mapa ou sinais de rua”, diz William Bill do “Wealth Design Group LLC” em Houston. “Você tem que saber em que direção viajar e quão rápido deverá ir. Um plano de pesquisa de mercado indica onde estão e quem são seus clientes. Ele também irá lhe dizer quando eles estão mais propensos a comprar seus produtos ou usar seus serviços”.
Quando você realizar uma pesquisa de mercado, você pode usar os resultados tanto para criar um plano de negócios (business plan) – ou de marketing – quanto para medir o sucesso de seu planejamento atual. É por isso que é importante fazer as perguntas certas, no momento certo, com as pessoas certas. Uma pesquisa mal feita pode guiar um negócio na direção errada e é justamente isso o que você não quer, estou certo?
A seguir, fizemos uma relação de conceitos básicos sobre pesquisa de mercado que podem ajudar você a começar a sua própria pesquisa e também mostramos alguns erros que você sempre deverá evitar.
Tipos de Pesquisa de Mercado
Vamos então à parte prática sobre como fazer uma pesquisa de mercado. Vejamos quais são os modelos básicos de uma pesquisa de mercado:
Pesquisa Primária
O objetivo principal dessa primeira pesquisa é o de coletar informações sobre seus resultados de vendas e do quão eficaz estão sendo suas ações de marketing. A pesquisa primária também avalia o plano de seus concorrentes, buscando lhe dar mais informações sobre suas ações e movimentos no mercado.
Os métodos de coleta de informações da pesquisa primária podem incluir:
1. Entrevistas (por telefone ou pessoalmente);
2. Pesquisas (online ou pelo correio);
3. Questionários (online ou pelo correio);
4. Grupos focais reunindo uma amostra de potenciais consumidores ou clientes, para receber feedback direto sobre um produto ou serviço.
Algumas questões importantes ainda podem ser incluídas nessa pesquisa, por exemplo:
1. Que fatores você considera ao comprar este produto ou serviço?
2. O que você gostou e o que não gostou sobre produtos ou serviços atuais existentes no mercado?
3. Que áreas você sugere melhorar na empresa?
4. Qual é o preço mais adequado para um produto ou serviço?
Pesquisa Secundária
O objetivo da pesquisa secundária é analisar os dados que já foram publicados por grandes instituições de pesquisa, como o IBGE e o IBOPE, por exemplo. Com esses dados é possível identificar concorrentes, estabelecer referências e localizar alvos (target) mais segmentados onde você possa atuar. Estes segmentos são aquela parcela da população que se enquadra em seu target demográfico – pessoas que vivem certo estilo de vida, que exibem padrões de comportamento especiais ou que se enquadram em uma determinada faixa etária.
O processo de coleta das informações
Se uma grande empresa já não pode se dar ao luxo de não conhecer seu mercado, uma empresa de pequeno porte não pode ter sucesso sem uma grande compreensão de seus clientes, de seus produtos e serviços e do seu mercado de atuação. A competição é na maioria das vezes cruel e feroz, e operar sem os parâmetros de uma pesquisa de mercado pode dar aos seus concorrentes uma grande vantagem sobre você. Existem duas categorias distintas de coleta de informações: a quantitativa e a qualitativa.
Métodos quantitativos
Empregam análise matemática e exigem uma grande amostragem de dados. Os resultados destas informações jogam luz sobre diferenças estatisticamente significativas. Quer um exemplo? Se você tem um site e acompanha seus resultados, o Google Analytics é ótimo lugar para extrair dados quantitativos. As informações que ele traz todos os dias podem ajudá-lo a determinar como seus visitantes estão chegando ao seu site, quais palavras-chave pesquisadas nas buscas estão trazendo mais visitas, quanto tempo os visitantes estão permanecendo em seu site, de que páginas estão saindo e até de que tipo de smartphones eles estão acessando seu site.
Métodos qualitativos
Vão ajudá-lo a desenvolver e aperfeiçoar sua pesquisa quantitativa, como se você fosse fazer uma “sintonia fina” em cima dos dados coletados. Eles podem ajudar os empreendedores a compreender os problemas que enfrentam e em muitos casos, podem usar métodos de entrevista para aprender com as opiniões dos clientes e conhecer seus valores e suas crenças. Geralmente, o tamanho da amostra na pesquisa qualitativa é pequeno.
Erros de marketing mais Comuns
Muitos empreendedores iniciantes – com falta de tempo e dinheiro – podem tomar certos atalhos que mais tarde se tornarão uma dor de cabeça e o tiro fatalmente poderá sair pela culatra. Aqui estão três armadilhas que você deverá evitar a todo custo.
Usar apenas a pesquisa secundária
Se basear apenas no trabalho e nas informações publicadas por terceiros, mesmo sendo de institutos de pesquisa competentes, não vão lhe dar a imagem completa do problema. Pode ser um ótimo ponto de partida, mas as informações que você receber de uma pesquisa secundária (IBOPE, Nielsen etc) podem estar ultrapassadas. Em plena era da informação, pesquisas do ano passado já podem não refletir o momento social. Você pode perder detalhes importantes para o seu negócio se confiar apenas nessa categoria de pesquisa.
Usar apenas os recursos da Internet
Quando você usa os motores de busca para coletar informações, você recebe apenas o que está disponível para todos e nem sempre as informações podem estar totalmente precisas. E se você não for um especialista e conhecer muito bem a sua área (a maioria das vezes o empreendedor está justamente pesquisando para conhecer mais sobre seu mercado), você será facilmente levado a dar valor a tudo o que vier nas primeiras páginas. Fazer pesquisas usando o Google, o Bing ou qualquer outro mecanismo de busca é muito importante e deve ser feito sempre, mas para realizar pesquisas mais profundas – e se manter dentro do seu orçamento – você deve consultar outras fontes para comparar informações.
Algumas bibliotecas municipais, as Universidades, centros de negócios como o CIESP e a FIESP, e em instituições como o Sebrae e a Endeavor são excelentes referências. Estes centros de negócios têm um vasto acervo, mesmo em seus sites e podem ser consultados praticamente a qualquer hora do dia.
Fazer pesquisas apenas com quem você conhece
Proprietários de pequenas empresas (e até de algumas bem grandes), às vezes até por comodismo, entrevistam apenas os membros da família e os colegas mais próximos, quando estão realizando uma “pesquisa de mercado”. Saibam, no entanto, que os amigos e a família na maioria dos casos, não são as melhores opções de “target”, pois seu feedback não será totalmente isento e desvinculado a você.
Para obter informações mais úteis e precisas para sua pesquisa de mercado, você precisa falar com seus clientes (ou futuros clientes) sobre suas necessidades, desejos e expectativas. Não estamos dizendo que você não deve conversar com seus amigos e sua família, apenas esteja ciente de que o retorno deles deverá ser considerado apenas como uma “opinião” e não como uma pesquisa de mercado verdadeira.
Bem, agora que você já tem uma ideia de como fazer uma pesquisa de mercado, basta elaborar a sua e colocar a mão na massa. Até breve!
6 dicas de como criticar funcionários
Postado por Marketing Quality em 26/set/2013 - Sem Comentários
Mesmo sendo um executivo experiente, é provável que algumas vezes você ache difícil falar para as pessoas onde elas precisam melhorar. Parabenizar um bom desempenho é fácil, afinal, todos gostam de receber um elogio. Mas o que você faz quando uma crítica parece mais apropriada do que o tapinha nas costas?
Às vezes uma “cornetagem” pode ser melhor do que um tapinha nas costas.
1. Trate a crítica como uma forma de dar feedback
O termo “crítica”, apesar de correto, aparenta ser muito negativo. Alternativamente, “feedback” implica na participação dos dois lados, uma via de mão dupla onde ambos aprendem e crescem. O feedback é a oportunidade de crescimento mútuo, onde você aprende tanto dando, quanto recebendo. A partir do momento que você passar a dar feedbacks em vez de críticas, tanto você quantos seus funcionários se sentirão mais relaxados e receptivos.
2. Critique constante e continuamente
Muitos chefes postergam o momento da crítica para a revisão anual de desempenho do funcionário. Isso acaba por ser ineficiente, já que o empregado vai estar tão preocupado com assuntos financeiros, que não vai conseguir se concentrar no que realmente importa: o crescimento pessoal e profissional. Fazer críticas exige prestar atenção no comportamento do funcionário, entender o que ele está passando, quais as experiências que ele está tendo e ajuda-lo a entrar em um modo de aprendizado.
3. Distribua as críticas em pequenas doses
Se você acumular problemas esperando pelo momento certo de trazê-los à tona, existe uma probabilidade muito grande que seu colaborador vá simplesmente ficar sobrecarregado. A crítica é melhor dada quando em tempo real, ou imediatamente depois do fato. Não espere os problemas crescerem. O melhor momento para dar a crítica é quando alguém está tendo progresso em algum ponto, mas ainda tem espaço para melhora. Regra de ouro: Equilibre toda crítica com sete elogios honestos.
4. Comece fazendo perguntas
Seu objetivo não é (ou não deveria ser) persuadir seus colaboradores a fazer as coisas que você quer que eles façam. Tente achar as raízes de problemas específicos. Faça perguntas como: “Porque você tentou resolver aquele problema desse jeito?”, “Como você acha que nós conseguiríamos resultados melhores?” e “O que você acha que poderíamos melhorar?” Esse tipo de pergunta leva os funcionários a descobrir suas próprias soluções.
5. Ouça, reconheça e aprenda
Você pode achar que você entendeu o que está acontecendo, ou porque algo aconteceu, mas é bem possível que você esteja errado. Quando você ouve seus funcionários e admite que eles tenham mais a dizer do que você pensava, você aprende sobre o mundo, por uma perspectiva diferente. Isso te da mais entendimento das motivações e desejos dos funcionários, o que ajuda a entender como ajudá-los a mudar seu comportamento.
6. Foque no comportamento e não na pessoa
Nunca diga algo como “Você não é confiável! Você se atrasou três vezes essa semana!” Tente usar uma abordagem que foque no comportamento que está incomodando. Como: “Você geralmente é pontual, mas essa semana você se atrasou três vezes. O que está acontecendo?” Similarmente, quando você quer mudar um comportamento, não foque na personalidade, mas sim no aspecto específico.
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Criticar e passar feedbacks de forma inteligente é o que separa muitos profissionais de sucesso dos que ficaram para trás. Saber comunicar suas críticas de forma que alinhe as suas expectativas com as dos funcionários é fundamental.
Tags:crítica, dicas, funcionário
Dicas para uma invejável gestão de recursos humanos
Postado por Marketing Quality em 03/set/2013 - Sem Comentários
Caro leitor, você já deve ter lido muito e também escutado a respeito, sobre a importância de uma gestão de pessoas que traga efetiva produtividade, estímulo e excepcional desempenho, com o agregado de com isso reter talentos contendo uma rotatividade prejudicial de equipe. Em resumo, a implementação de uma política de RH de alto nível, com integração estratégica completa diante dos objetivos do seu negócio.
Até aqui tudo certo. Em meio a isso, existem os excessos dos modismos de gestão, que como sabemos só enriquece os seus inventores e implementadores, mas raramente a empresa que os segue.
Além disso, é razoável considerarmos que a sua empresa, eventualmente, pode não dispor de recursos suficientes para gerenciar pessoas a conter o ímpeto de concorrentes e do mercado de forma geral.
Diante desta provável realidade, elaboramos uma série de dicas que permitirão, com certo esforço e disciplina, programar práticas que podem trazer excepcionais resultados.
Vamos lá:
1. Estabeleça com clareza o escopo de atividades, responsabilidades e campo de autonomia e atuação de cada colaborador. Isto dilui o stress profissional do dia-a-dia, auxilia no foco cotidiano e garante um eficiente estabelecimento de metas;
2. Estabeleça um modelo de gestão baseado em metas e mérito, de forma equilibrada, sem exagerar na dose, fugindo da colocação de metas irreais e inatingíveis, mas preservando a pressão que faz com que o negócio prospere além de auxiliar na identificação clara entre incompetentes, competentes, comprometidos e irresponsáveis;
3. Não cometa injustiças quando o momento for de efetivar promoções e aumentos de remuneração;
4. Não prometa rigorosamente nada que não possa ser realmente cumprido. A decepção causa malefícios motivacionais muito mais destrutivos do que promessas não feitas e pleitos não atendidos;
5. Trate seus colaboradores com respeito, efetivamente.
6. Seja você mesmo como gestor, não tente encenar um personagem, nem tente ser mais simpático do que você realmente é. Isso pode assustar alguns colaboradores mais ingênuos, mas com o tempo, esta sinceridade e coerência de comportamento transmitem honestidade e confiança;
7. Aos poucos traga seus colaboradores para uma gradual participação nos lucros, de forma sustentável, e sem enfraquecer a percepção de conjunto empresarial que todos devem ter;
As dicas prosseguiriam por mais alguns itens, mas se conseguir colocar uma boa parte disto em prática, você estará revolucionando o conceito de que uma competente gestão de pessoas depende necessariamente de investimentos pesados.
Até o próximo.
Dicas para acelerar o crescimento da sua empresa
Postado por Marketing Quality em 02/set/2013 - Sem Comentários
Ainda estamos para conhecer um empresário que não pense grande.
Geralmente quem inicia um empreendimento é apaixonado pelo negócio e sonha em sair em revistas como a Exame, a Exame PME, a PEGN ou a Época Negócios e mira logo visionários como um Steve Jobs ou um Mark Zuckerberg.
Sedentos por biografias e histórias de sucesso, facilmente nos deparamos com cases com discursos muito parecidos. Desde os vaidosos (“Eu tinha consciência que atingiria facilmente meus objetivos” ou “Eu sempre soube que estava no caminho certo”) ou os heroicos (“Iniciei meu negócio com apenas R$ 50” ou “Comecei a minha empresa devendo R$ 100 mil na praça”), ambos tem características diferentes de nós, meros mortais.
Mas é de se reconhecer: ser empresário no Brasil é uma tarefa para heróis!
Antes de iniciar o negócio, a mira é o Jobs e o Zuckerberg, mas a realidade vem e se consolida. Na maioria das vezes, ela é muito diferente das expectativas iniciais.
Primeiro vem à responsabilidade multifuncional (além de gestor, o empreendedor também é o comprador, o vendedor, o entregador, o negociador etc.), depois vem o cansaço das 15 horas de trabalho ininterruptas. As pendências da rotina consomem horas, dias, semanas e meses.
De todas as funções, a que se dá menos atenção, em geral, é a de gestor, principalmente a de gestor estratégico. Em um pequeno cochilo, a sua empresa de hortifruti mudou de rumo e passou a ser uma assistência técnica de ar condicionado.
Perder o foco é como iniciar um livro com uma proposta romântica e ao terminá-lo perceber que virou um drama.
Você quer retomar o papel de gestor? Quer ampliar o rendimento do seu negócio?
Veja abaixo quais são as práticas de um gestor estratégico.
1. Fique atento às oportunidades
Toda empresa possui certa versatilidade, seja na indústria, no comércio ou nos serviços. Descubra nichos e segmentos pouco explorados no seu mercado, faça pequenos ajustes e usufrua de vendas com maior valor agregado.
Vá além: já leu o livro “A Estratégia do Oceano Azul”? É um livro obrigatório que explica como criar e tornar sua concorrência irrelevante a partir da criação de mercados tipo Oceano Azul, ou seja, inexplorados e com grande valor.
2. Localize seus concorrentes
Geralmente conhecemos nossos concorrentes de forma intuitiva.
Liste um a um e relacione o perfil empreendedor e força empresarial que cada um deles possui. Entenda qual o nível de interferência de cada um deles nas suas vendas. Não é preciso ser paranoico com o que a concorrência faz, mas conhecê-la pode te ajudar.
Vá além: aproveite para fazer uma análise de mercado. A análise serve para você chegar a duas conclusões: o que seus clientes querem e o que seus concorrentes oferecem.
3. Gerencie com inteligência
Entenda as etapas de crescimento que a sua empresa precisará passar para alcançar os objetivos. Registre todas as etapas estratégicas e entenda quais prepararão o caminho que a sua empresa trilhará amanhã.
Vá além: identifique os serviços essenciais que sua empresa vai precisar contratar para a jornada. Não queira fazer tudo sozinho.
4. Tenha um foco claro
Entenda e venda o seu diferencial. Concentre sua energia em um foco lucrativo. Evite dispersões ao oferecer serviços ou produtos que não vendem ou desviam o foco da sua atenção.
5. Integre a sua equipe
Delegue e monitore todas as ações e objetivos dos seus colaboradores. Trabalhar com meta é fundamental para o sucesso.
Vá além: estabeleça com clareza escopo de atividades, responsabilidades, seja meritocrático, trate sua equipe com respeito, seja você mesmo.
6. Antecipe tendências
Estude as tendências que tem grande chance de se consolidar em um futuro próximo. Prepare a estrutura do seu negócio visando chegar primeiro.
Conclusão: Uma empresa inovadora é a empresa gerida com sabedoria e não com força
Desenvolver o planejamento estratégico de sua empresa é uma oportunidade de pensar no seu negócio e descobrir oportunidades valiosas no mercado.
Uma empresa deve saber e ter respostas para questões como “Qual o formato do meu negócio e o mercado que atuo?”, “Qual a missão da minha organização”, “Qual a visão da minha empresa?” e “Onde quero chegar?”
O planejamento estratégico é a ferramenta que auxilia os empresários e suas respectivas lideranças a responder a essas perguntas. Além de definir os objetivos da empresa, metas, desafios da corporação e a estratégia mais viável e adequada ao momento, a empresa deve adotá-lo visando alcançar aumento no lucro e nos demais resultados almejados, em curto, médio e longo prazos.
Se você se interessou pelo tema e quer fazer um planejamento estratégico para sua empresa, recomendamos que confira nossos serviços .
Para fazer sua empresa crescer e ganhar destaque no mercado, conte conosco.
Tags:crescimento, dicas, estratégias, foco, lucro
Por que você deve editar sua ideia ao máximo
Postado por Marketing Quality em 29/ago/2013 - Sem Comentários
Quando você tem uma ideia, sua mente e criatividade lhe fazem sonhar com um mundo de coisas que você poderia oferecer aos seus futuros clientes para aumentar a chance deles de interessarem em comprar seus produtos, certo?
Na fase inicial, quando estamos apenas passeando pelo campo das ideias, é muito natural isso acontecer. Ficamos tão entusiasmados com as possibilidades que se abrem que voamos cada vez mais alto antes mesmo de dar o primeiro passo. Sonhar é grátis.
A questão é que transformar o sonho em realidade não é tão fácil, justamente por isso, sua ideia precisa ser editada ao máximo. Eu explico…
Para atrair a atenção do cliente potencial, não precisamos oferecer um mundo de coisas a ele. Basta oferecer a coisa certa. Em outras palavras, não é necessário colocar em prática, logo de cara, tudo que imaginamos no campo das ideias. Se você quer vender o produto A, venda A. E apenas A.
A princípio isso pode parecer contra intuitivo, mas pode ter certeza que é a melhor coisa que você pode fazer. Lembre-se sempre: foco é fundamental.
Se você conhece alguém que poderia se beneficiar dessa dica, sinta-se a vontade para compartilhá-la.
Frases de clientes que você já ouviu ou ouvirá
Postado por Marketing Quality em 22/ago/2013 - Sem Comentários
Lidar com pessoas pode ser desafiador, mas tem suas recompensas. Saber se comunicar com clientes é algo fundamental, que evita muito tempo perdido e remédio de dor de cabeça. Sendo assim, veja cinco frases de clientes que, se você ainda não ouviu, com certeza ouvirá algum dia.

“E esse preço, dá pra melhorar?”
O “choro” por um preço menor é algo comum, presente em quase toda transação de compra e venda. Todos querem pagar menos, isso é óbvio. Mas o problema surge quando o cliente, em vez de pedir um desconto, faz uma condição: eu tenho um valor X pra gastar, nenhum centavo a mais. E o tal “valor X” muitas vezes não é nem metade do valor cobrado pelo seu serviço.
A resposta:
Seja firme no valor cobrado. Não deixe que a ânsia de fechar logo aquele projeto lhe faça cobrar um valor injusto (tanto para você quanto para seus outros clientes). Decida se dará um desconto ou se facilitará o pagamento, mas nunca feche um negócio por um valor abaixo do que ele realmente vale. O preço por esse erro é bem alto.
“Pensamos melhor e queremos mudar toda a estrutura.”
Sorte de quem nunca ouviu a frase acima. A situação geralmente é essa: o projeto está quase concluído e você está feliz da vida por estar dentro do prazo. Tudo parece bom demais para ser verdade. E infelizmente é. Uma ligação do cliente pedindo para alterar TUDO acaba com o seu bom-humor.
A reposta:
Todos tem direito a mudar de opinião. Mas serviço feito é serviço cobrado. Mostre ao cliente o trabalho feito até então e deixe claro que, apesar de concordar em mudar a estrutura inteira, como ele decidiu, o valor referente ao desenvolvimento da estrutura antiga será cobrada normalmente. Muitas vezes é melhor acertar primeiramente o valor do trabalho antigo e só depois começar o novo, com novos valores e novos prazos.
“É pra ontem, viu?”
Essa é ótima. Alguns clientes acham que o prazo é algo simples demais, podendo ficar a critério de quem contrata o serviço – e não de quem o executa.
A resposta:
Simples. Diga que infelizmente o prazo não é algo discutível. Para o serviço sair com a qualidade necessária, é preciso que um certo prazo seja respeitado. Caso o cliente esteja realmente com muita pressa, fica a seu critério aceitar encurtar o prazo (sem diminuir a qualidade, claro), cobrando um valor a mais por isso, a tal “taxa de urgência”.
“Pode copiar tudo do concorrente.”
Sim, é uma frase comum. Já ouvi muito cliente pedir para copiar o conteúdo de um site concorrente ou até mesmo o site inteiro. “Quero igual ao dele, só que com o meu logotipo”.
A resposta:
Um belo e sonoro NÃO. Nunca tente deixar a ética de lado para ganhar uns trocados. Diga que poderá dar toda assessoria para que o cliente monte o próprio conteúdo (fica a seu critério cobrar por isso também), mas que em hipótese alguma irá copiar algo de alguém.
“Deixo tudo na sua mão. Confio em você.”
Aparentemente uma frase fantástica, onde o profissional terá total liberdade na execução do projeto. Porém, são poucos que são sinceros quando dizem isso. Muitas vezes a cobrança e as reclamações que não existiram durante a execução do projeto acontecerão na sua entrega. “Não era bem isso que eu queria…”.
A resposta:
Tente entender a motivação do cliente por trás da frase. Ele realmente não se interessa em questões de design e deixa tudo em suas mãos ou simplesmente tem preguiça de dizer o que quer? De qualquer forma, a comunicação durante o projeto é essencial para que no final você não seja surpreendido com bocas tortas e caras feias.
Conhece mais frases comuns de clientes? Fala pra gente!
Alguns motivos para ter seu negócio presente na web
Postado por Marketing Quality em 21/ago/2013 - Sem Comentários
Uma empresa aberta 24 horas, todos os dias.
O seu potencial consumidor não tem hora pra acessar a internet e ao contrário do seu escritório ou loja que tem um horário de funcionamento, o seu site estará acessível 24 horas por dia e 365 dias por ano. Seu cliente quer mais informações antes de comprar. Onde ele vai achar o seu produto? Onde ele vai ser convencido de que a melhor opção que ele tem é a sua empresa? Quer vender mais? Ter um site na internet cria muito mais oportunidades de negócio do que sem ele.
Aparência profissional
Imagine essa situação: você tem dinheiro, quer almoçar, e se depara com dois restaurantes um vizinho ao outro. O primeiro é lindo, tem uma bela fachada, uma recepcionista bem vestida e sorridente à porta, muitos clientes sendo servidos, um ambiente gostoso, aconchegante, limpo e bem decorado, um buffet muito bem disposto com muitas opções de aparência deliciosa. O segundo, por outro lado, nem tem nome na frente, o garçom é um cara todo suado com a camisa toda suja de sangue da carne que ele mesmo está assando no fundo restaurante, tem apenas um cliente antes de você e as moscas como companhia, o ambiente não tem muito asseio e o buffet não parece lá grande coisa. Onde você vai querer almoçar?
Aparência não é tudo, mas ajuda muito na decisão de consumo, porque a falta de aparência já é negativa por si só, portanto, um site bem feito é uma excelente maneira de mostrar confiança. Hoje, todos os seus concorrentes diretos provavelmente já tem um website. Não erre! Seu site precisa parecer melhor que o da concorrência. Ter um site desenvolvido por profissionais é a melhor maneira de ter uma aparência também profissional.
Marketing é tudo
Não basta estar na internet, é necessário investir em marketing e propaganda. Links patrocinados podem contribuir significativamente para multiplicar o número de visitas no seu site.
Economia
Ter um site é muito mais barato, flexível e duradouro do que as formas tradicionais de publicidade. Não deixe que o custo inicial o assuste. O website da sua empresa terá toda a informação que quiser que tenha, não tem limitação de espaço e pode ser organizado da forma que melhor entender. Ao contrário de um panfleto, por exemplo, este cartão de visita interativo terá toda a informação sempre atualizada, e o conteúdo pode ser alterado para satisfazer sua estratégia de negócio. Além disso, estará permanentemente acessível, podendo acumular a informação ou substituir a desatualizada por outra mais recente. O alcance que a sua empresa terá, será infinitamente maior do que qualquer tipo de publicação tradicional. O investimento num site direciona o seu negócio e reduz os custos com publicidade inútil.
Fica mais fácil anunciar novos produtos e/ou serviços, promoções, presença em eventos de sua empresa para seus clientes no seu site. A eficácia aumenta se fizer uma campanha de e-mail marketing em conjunto. O custo é infinitamente menor do que outras mídias.
Feedback
Um site, além de apresentá-lo a potenciais clientes é também um registro de crescimento e alcance do seu negócio. Através do feedback que terá de contatos, comentários ou número de visitas poderá perceber se a sua atual estratégia está a resultar ou não, podendo alterá-la. Poderá também saber que tipo de produtos ou serviços interessam mais aos visitantes/clientes e dar-lhes mais destaque.
Em resumo: sem um site, você e sua empresa estão deixando de ganhar dinheiro e crescer.
Estas são apenas algumas de muitas razões importantes para que o seu negócio ou empresa tenha um website. Se ainda não o tem, entre em contato conosco, teremos o maior prazer em aprofundar estas razões e apresentar-lhe uma proposta à medida do seu negócio e ambição.
A QualityCOM tem profissionais especializados em criação de sites e conhecimentos avançados em marketing digital. Chegaremos a uma solução para sua empresa.
Comentários serão sempre bem-vindos!
Tags:desenvolvimento, dicas, e-mail marketing, links patrocinados, website
Dicas para você organizar o seu tempo
Postado por Marketing Quality em 20/ago/2013 - Sem Comentários
Gerir o tempo é algo útil para qualquer pessoa. Como todos sabem, é o recurso comum que temos que não é renovável e, por isso, saber aproveitá-lo bem diferencia os homens dos pirralhos.
Seguem os 6 passos:
1- Encoste uma vez
Se você começou a fazer uma tarefa, termine-a antes de ver um e-mail ou checar o Facebook. Isso acontece normalmente com e-mails: você abre o e-mail, termina a leitura, começa a responder e pensa “hum, termino isso depois”.
O problema é que pra terminar isso depois, você vai ter que gastar tempo novamente lendo o e-mail e vendo o que você já escreveu, ou seja, o tempo de preparação é retrabalho e aí você está desperdiçando tempo.
2- As 6 tarefas mais importantes do dia
Todo dia defina quais são “as 6 tarefas mais importantes” do dia, aquelas que tem que acontecer de qualquer maneira. A questão é: se você não finaliza 6 tarefas importantes por dia, algo está errado.
No geral, é legal considerar essas tarefas como ações que vão causar progresso na sua empresa, e não processos pequenos.
3- Defina a duração de cada tarefa
Os tempos de cada tarefa são extremamente variáveis e ter planejado o que será feito e por quanto tempo é essencial para que você saiba que o seu dia é possível (que as tarefas cabem no seu horário útil).
Por isso é legal quebrar projetos mais longos em tarefas menores para que você possa ver o avanço aos poucos, ao invés de tentar fazer tudo de uma vez só. Além de ajudar na gestão do seu tempo, a qualidade do projeto feito aos poucos tende a ser maior.
4- Defina quando, dentro do dia, você fará cada tarefa
Por questões logísticas ou mesmo de humor, definir o horário em que você fará cada tarefa é muito importante.
Além disso, saber se uma tarefa é pré-requisito de outra ajuda bastante nessa parte.
5- Faça as tarefas mais difíceis primeiro
Não importa se o seu horário de maior produtividade é de manhã, de noite ou de madrugada. A partir do ponto que você está com energia e concentração para produzir de verdade, faça primeiro os projetos mais difíceis/importantes .
Isso garante que você terá o máximo do seu poder cognitivo pra ele e também te ajuda a fugir da procrastinação.
6- Se eu não fizer isso, eu vou morrer?
Essa é uma pergunta bem extremista, mas passa bem o tom. Quanto menos tempo você tem, mais você aprende a priorizar o que é mais importante e a enxergar o que não fará diferença na sua vida.
Para garantir que você está fazendo apenas atividades úteis, sempre faça essa pergunta a si mesmo.
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São 6 passos muito simples e que podem ser aplicados imediatamente. Então, por que já não começar agora a gerir melhor o seu tempo?
Se você tiver mais dicas, não deixe de postar nos comentários.
Tags:dicas, organização, organizar, tempo





